A retinopatia diabética (RD) constitui uma das principais complicações do diabetes em consequência das alterações microvasculares provocadas, e é a causa mais frequente de perda visual na faixa etária dos 20 aos 74 anos. Acredita-se que seja responsável por quase 12% do total de casos de cegueira legal (incapacidade para o trabalho) ao ano no mundo. No Brasil, estima-se que 9% das causas de cegueira irreversível sejam decorrentes da retinopatia diabética e de suas complicações.
A prevalência da retinopatia diabética aumenta com a duração da doença. Em geral, não se observam alterações oftalmológicas nos primeiros cinco anos de doença ou durante a puberdade. Em pacientes diagnosticados antes dos 30 anos de idade, a incidência de RD após 10 anos de doença é de 50%, podendo chegar a 90% após 30 anos de diabetes. Acredita-se que em algum momento da vida, metade dos pacientes diabéticos desenvolverá a retinopatia e cerca de um terço terá edema macular. Por apresentar um maior tempo de hiperglicemia, os portadores de diabetes tipo 1 estão mais suscetíveis a desenvolver o tipo mais grave de retinopatia diabética.
Os principais fatores de risco para o desenvolvimento e progressão da retinopatia diabética são o tempo de doença (DM), controle glicêmico inadequado, dislipidemia, uso de insulina, hipertensão arterial sistêmica, gravidez, presença de patologia renal e anemia. Esses fatores devem ser controlados para que não ocorra perda visual definitiva. Um paciente com muitos anos de doença pode não apresentar retinopatia, caso controle o diabetes corretamente.
A maior parte dos pacientes com retinopatia é assintomática por algum tempo e os sintomas visuais, surgem, em geral, tardiamente. Por este motivo é recomendado que todo paciente diabético seja examinado (exame de fundo de olho) por um médico oftalmologista, à época do diagnóstico do diabetes, e anualmente.
É importante que todo paciente diabético tenha informações adequadas sobre a doença e suas potenciais complicações. Buscar cuidados multidisciplinares e seguir as orientações propostas pelos profissionais de saúde são maneiras de garantir um futuro pleno e com qualidade de vida. A avaliação oftalmológica anual é parte importante destes cuidados e fator fundamental para que a visão seja preservada.
A prevalência da retinopatia diabética aumenta com a duração da doença. Em geral, não se observam alterações oftalmológicas nos primeiros cinco anos de doença ou durante a puberdade. Em pacientes diagnosticados antes dos 30 anos de idade, a incidência de RD após 10 anos de doença é de 50%, podendo chegar a 90% após 30 anos de diabetes. Acredita-se que em algum momento da vida, metade dos pacientes diabéticos desenvolverá a retinopatia e cerca de um terço terá edema macular. Por apresentar um maior tempo de hiperglicemia, os portadores de diabetes tipo 1 estão mais suscetíveis a desenvolver o tipo mais grave de retinopatia diabética.
Os principais fatores de risco para o desenvolvimento e progressão da retinopatia diabética são o tempo de doença (DM), controle glicêmico inadequado, dislipidemia, uso de insulina, hipertensão arterial sistêmica, gravidez, presença de patologia renal e anemia. Esses fatores devem ser controlados para que não ocorra perda visual definitiva. Um paciente com muitos anos de doença pode não apresentar retinopatia, caso controle o diabetes corretamente.
A maior parte dos pacientes com retinopatia é assintomática por algum tempo e os sintomas visuais, surgem, em geral, tardiamente. Por este motivo é recomendado que todo paciente diabético seja examinado (exame de fundo de olho) por um médico oftalmologista, à época do diagnóstico do diabetes, e anualmente.
É importante que todo paciente diabético tenha informações adequadas sobre a doença e suas potenciais complicações. Buscar cuidados multidisciplinares e seguir as orientações propostas pelos profissionais de saúde são maneiras de garantir um futuro pleno e com qualidade de vida. A avaliação oftalmológica anual é parte importante destes cuidados e fator fundamental para que a visão seja preservada.
Texto: Lívia Carla de Souza Nassar Bianchi, médica oftalmologista, especialista em retina, vítreo e visão subnormal, atua no Departamento de Retina do Centro de Referência em Oftalmologia (CEROF) da Universidade Federal de Goiás, ex-fellow e membro do corpo clínico do Centro Brasileiro de Cirurgia de Olhos (CBCO)







